terça-feira, 27 de junho de 2017

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Nossa Hortinha





























Vou postar mais fotos...


Obrigada Senhor...

Obrigada professoras Cristiane e Marlice e a todos que de uma forma ou outra contribuíram para idealização de nossos sonhos...

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Aniversariantes do primeiro semestre

Nossos parabéns aos aniversariantes do primeiro semestre de 2017, Sala Aperfeiçoamento Pedagógico.
















 






Hum foi uma delícia tinha: cachorro-quente, bolo, bombom de leite ninho e guaraná.
Também teve presentes.

Trabalhando com argila

Na sala de Artes manuseamos argila e os alunos criaram esculturas e objetos.





 







MODELAGEM

A modelagem em argila é o maior representante artístico das tradições culturais de um povo. O barro pode ser considerado como o material mais primitivo que conhecemos  propicia uma vivência do primitivo; o toque e o seu manuseio trazem uma sensação acolhedora de maleabilidade já que vai moldando-se conforme a sua vontade. Também há uma resposta do material frente ao toque pois o barro, na medida em que vai sendo trabalhado, absorve a temperatura da pessoa, mudando assim, sua temperatura inicial.
            A argila é fria, maleável, faz sujeira mas torna-se atraente em qualquer idade. Oferece experiência tátil, e cinestésica favorecendo crianças com problemas motores e perceptuais. Como é capaz de transformar-se através da manipulação, seja amassando, esticando, espremendo, ou socando, tem uma qualidade sensual que faz uma ponte entre sentidos e sentimentos.
            O trabalho com a argila pode ser sempre refeito, consertado, enquanto ainda úmido, contribuindo para o desenvolvimento da auto estima e auto confiança. É matéria viva, alimentadora da fantasia criadora e incentivadora do espírito criador.
            No trabalho de modelagem o corpo inteiro participa, a mão complementar torna-se também ativa e estimulamos diversos sentidos. O mais óbvio é o tato, mas a argila e outros materiais modeláveis, despertam o sentido visual, térmico, o sentido do equilíbrio e o sentido cinestésico. Pode-se trabalhar com crianças maiores noções de volume, temperatura, simetria, bem como o equilíbrio e o movimento. Ao plasmar novas formas com as mãos através da modelagem, espelhamos nossa noção de esquema corporal e podemos inclusive, pelo trabalho sistemático de modelagem, interferir e modificar este esquema, “sabendo” do corpo, criando um novo corpo. Sara Paim, falando da modelagem afirma; “um corpo que faz outro corpo”.
            Ao “brincar” de modelar, vivenciamos formas, volumes, cheio/vazio, dentro/fora. Criamos texturas, superfícies lisas. Brincamos com a geometria e desenvolvemos a percepção espacial do mundo, bem como noções de orientação, direção, proporção.
            A argila promove a manifestação ativa dos processos internos mais primários porque proporciona fluidez entre material e manipulador, como nenhum outro. Através dela tem-se uma sensação de controle e domínio sobre aquilo que se produz, podendo-se remanejar, construindo e desmanchando os objetos, sem regras específicas e definidas para o seu uso. Não se comete erro ao trabalhar com argila. É fácil.
            Na maioria das vezes a argila é bem aceita, porém ocasionalmente uma criança (ou adulto) pode mostrar-se receosa da massa molhada e “suja”, fato que por si só já conta ao terapeuta muito sobre aquela criança.
            Geralmente as criações - expressões são nomeadas, facilmente surgem fantasias acerca delas proporcionando uma dramatização ou o desenrolar de pequenas cenas que dizem da vida, da história e espaço.

Fundamentos da Arte Terapia - Sara Paim:
Na arteterapia, a arte é concebida como uma metáfora, ou melhor, como um simulacro de arte, por sua dupla condição: por um lado, o paciente não se compromete com um aprendizado sistemático das regras do ofício, nem com a criação de idéias plásticas cuja coerência estética seja completa e socialmente reconhecida; por outro lado, a arteterapia pede da arte um serviço. Esse serviço terapêutico constitui a própria definição de arte, mas projeta sobre ela a tensão contraditória inerente à possibilidade de cura. A atividade artística transforma-se assim em representação dramática da intenção criativa do sujeito. É nessa duplicidade que encontramos a eficácia terapêutica dessa modalidade clínica.